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Introdução

A história do projeto “A Ciência que eu Faço” teve início no ano de 2004 quando, com o objetivo de divulgar a ciência brasileira, o Departamento de Popularização e Difusão da Ciência e Tecnologia (DEPDI/MCTI) propôs ao Governo Federal a criação da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia. A ação foi criada por meio de Decreto Presidencial, com o objetivo principal de mobilizar a população, em especial as crianças e os jovens, em torno de temas e atividades de Ciência e Tecnologia (C&T). A Semana Nacional de C&T ocorre anualmente no mês de outubro e visa mostrar a importância da ciência e da tecnologia para a vida de cada cidadão e para o desenvolvimento do país. Ela possibilita, ainda, que a população brasileira conheça e discuta os resultados, a relevância e o impacto das pesquisas científicas e tecnológicas, além de suas aplicações.

A partir da observação do comportamento do público que participa dos eventos realizados no âmbito das atividades da Semana Nacional de C&T, percebemos a importância da divulgação do conhecimento científico para o público especializado e em geral. O que representava, de fato, fazer ciência no Brasil e quem a estava fazendo?

Para responder a tal questão, uma das estratégias utilizadas no âmbito do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, através do Departamento de Popularização e Difusão de Ciência e Tecnologia, foi a criação, em 2010, do Projeto “A Ciência que eu Faço”. De início, foram realizadas entrevistas com pesquisadores durante as Reuniões da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), respectivamente nos anos de 2010, 2011, 2012 e 2013. Em 2013, o site do Projeto contendo o material produzido foi lançado durante a 65a Reunião da SBPC, em Recife.

Sob a perspectiva adotada no “A Ciência que eu Faço”, a comunicação científica se insere em um contexto de disputa de interesses, grupos, versões e visões da política e apresenta-se como um processo político e cultural dinâmico, por meio do qual os pesquisadores e cientistas são submetidos à valoração. Refletir sobre o processo de produção da ciência significa pensar ciência. O que faz uma pessoa escolher ser um pesquisador? Qual é o olhar do pesquisador sobre a Ciência? Quais são os conhecimentos produzidos? A que tradições intelectuais está vinculado? Qual é o seu olhar sobre a temática da ciência, tecnologia e inovação?

Relevância da Proposta:

De acordo com os dados disponíveis no Google Analytics, o número de acessos aos vídeos produzidos no “A Ciência que eu Faço”, em 27 de abril de 2015, é de 51.309. Além do resultado do acompanhamento na ferramenta disponível pelo Google, pode-se citar também os acessos realizados por intermédio da WEBTV do MCTI e dos vídeos hospedados no site da Rede Nacional de Pesquisa (RNP).

Chama-se atenção para a inclusão de vídeos do “A Ciência que eu Faço” no Projeto “Ver Ciência”, que tem como objetivo promover e incentivar a disseminação da cultura científica pela televisão, pela internet e outros meios e tecnologias audiovisuais. Dentre as ações que já podem ser enumeradas como desdobramentos do “A Ciência que eu Faço”, encontra-se a distribuição de 150 conjuntos contendo vídeos científicos nacionais e internacionais distribuídos para todos os estados brasileiros durante a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia. O pacote inclui a cada edição do evento, desde o ano de 2010, 15 depoimentos dos pesquisadores do projeto “A Ciência que eu Faço”.

Busca por Depoimentos

Coordenação do Projeto

Vera Pinheiro | Jornalista

Tel.: 21•97191-5502 | 21•3514-5590

E-mail: verapinheiro@mast.br

A CIÊNCIA QUE EU FAÇO | Realização: Vera Pinheiro | MAST
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